Uns escritos dela #07

A primeira vez que eu disse um “eu te amo”, eu me lembro bem, estava no MSN num começo de noite de um final de semana, eu não sabia muito bem se o que eu sentia era amor, mas eu tava sentindo uma coisa tão energizante que só podia ser. Eu relutei a dizer, só tive a coragem pq ouvi meses antes e racional como achava que era precisava pensar sobre. Eu achava que nunca mais eu ia sentir aquela mesma sensação energizante, cor de laranja, com cheiro levemente adocicado e que certamente nunca mais iria pensar no amor de forma leve e até adolescente, o amor depois de uns anos tinha virado um sentimento cruel, pesado e duvidoso. Hoje por vezes, acho que não existe, são somente combinações químicas que fazem a gente ficar meio bobo, as vezes acho que na verdade é algo divino e outras vezes acho comum e supervalorizado. Hoje sinto esse sentimento cor de laranja que apesar de não ser demonstrado com palavras se torna explícito em cada demonstração de carinho. Ja faz alguns anos que nem cogitava a possibilidade de amar (que palavra pesada pra demonstrar uma coisa leve) alguém que não fosse eu mesma. Hoje sei que pode durar só mais algumas semanas ou alguns meses enquanto a ressaca moral não se sobrepor a isso, idependente do tempo vivido sera eterno e existindo ou não aproveitarei enquanto sentir.

Autora: Uma magrela de Cachos…

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Uns escritos dela #06

Esses seus olhos amendoados e caídinhos são os mais lindos que já vi.

Suas pupilas dilatadas me fazem ficar vidrada querendo ver além, dentro de você.

Amo te olhar bem de pertinho enquanto conversa e me beija, esses olhos sorrindo trazem uma energia leve e que transbordam vida

Eu que sempre me acho perdida, tenho a certeza que estou no lugar certo quando estou ao alcance dos seus olhos

Olhos de olhar imponente, mas que se desarmam quando vêem os meus

Nos seus olhos habitam os girassóis mais perfeitos que já vi. Minha flor favorita nos meus olhos favoritos.

Autora: Uma Magrela de Cachos

Uns escritos dela #05

Em algum momento tudo se tornou complicado demais, comecei a pensar muito sobre tudo, comecei a sentir tudo intensamente, me tornei uma grande fratura exposta. Tudo me abala ou me arrebata, sou de deslumbramento fácil e de dores infinitas. Amo como se fosse morrer de amor e acabo morrendo muitas vezes sozinha, com todos os amores que inventei.

Autora: Uma Magrela de Cachos