Mau vício!

Tá legal, eu confesso meu vício…

Em noites de farra, regadas a gargalhadas e bons drink’s eu não dispenso um bom charuto! Larguei o cigarro, mas meu charuto eu jamais deixarei! É meu vício, não é dos mais elegantes eu sei, mas com toda certeza é nobre…

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Os charutos que os marqueses giravam entre seus dedos na época da monarquia, eram um símbolo que carregavam, entre suas folhas, haviam vários significados: O bem-estar (só se fuma charuto quando se está de bem com a vida), uma certa classe social (charutos bons não são baratos), e um momento especial (fumar um charuto não pode ser feito às pressas, requer certo tempo). Ninguém pode dizer que eu não sigo esse ritual à risca! Só fumo quando quero fazer daquele momento algo mega especial, algo que ficara marcado pra sempre, e quando quero me divertir além dos meus limites…

Zino Davidoff, o maior distribuidor de charutos cubanos que o planeta já teve, dizia que “você não acende um charuto porque o dia é especial, o dia se torna especial porque você acendeu um charuto”.

Autor: @robsonpnx
Foto: Marcelo Cabelo

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Sobre Robson Almeida

Baiano radicado em São Paulo, Paulistano de coração | Diletante da Escrita | Efémero | Lascivo | Bucólico | Butequeiro | Blogueiro | Meio Intelectual | Meio de Esquerda | Gente Diferenciada...

2 comentários sobre “Mau vício!

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